Vivendo em ADORAÇÃO – Homens Norteados

Bom pessoal, nesta noite, trago um breve estudo devocional, baseado no capítulo 53 do livro de Isaías.

Estive refletindo, enquanto integrante de um grupo de louvor, em minha igreja local, como este capítulo pode ser aplicado e utilizado para ensino, no tocante a esta função dentro da igreja.

Recomendo a leitura de todo o capítulo, afinal, é um lindo capítulo messiânico, com grandes ensinamentos a respeito da vida e natureza do nosso Salvador.

Nesta devocional, destaco o versículo 6, inicialmente, que diz o seguinte: “Todos nós andávamos desgarrados como ovelhas; cada um se desviava pelo seu caminho; mas o Senhor fez cair sobre ele a iniquidade de nós todos”.

Ao ler alguns versículos antes do versículo em destaque, vemos algumas informações a respeito de Cristo, tais como: Foi rejeitado, não foi acreditado pelos homens, foi o mais desprezado, homem de dores… De forma semelhante, em no versículo 5, lemos que Ele tomou sobre si, nossas dores e enfermidades e pelas pisaduras dEle, fomos sarados. Com isto, já temos grandes reflexões, todavia, focalizando em “louvor, ministério de louvor/grupos de louvor (e afins)”, podemos extrair algumas reflexões e ensinamentos, a partir deste texto.

Tendo em vista a nossa condição prévia, de ovelhas desgarradas, descrita no versículo 6, percebemos que precisávamos de socorro, um auxílio divinal, para transformar radicalmente a nossa situação. Ele, Cristo, tomou nossas dores, Ele, Cristo, tomou nossas enfermidades (o que não significa que “Crente não adoece nem passa dificuldade” Não, não mesmo, não quer dizer isto). Cristo nos fez novas criaturas, diante do Pai, Cristo se fez carne, o Verbo Eterno, se fez carne, habitou entre nós, nos libertou, nos ensinou a viver de maneira correta, nos livrou do caminho de abismo que estávamos seguindo, de maneira cega, e por isso, DEVEMOS VIVER EM ADORAÇÃO A ELE.

Nisto, podemos perceber que “Adoração”, deve ser nosso “estilo de vida”, um Deus tão imenso, tão infinitamente bondoso, se importou conosco, nos adotou, mesmo nos encontrando imundos, nus, corrompidos, e nos tomou pelo braço, nos limpou e nos chamou de filhos, nos dando o direito de comermos à mesa. Será que isso não é motivo suficiente? Para em cada culto/evento/oportunidade, dedicarmos nossos melhores talentos em louvor e adoração a Ele?

Será que nós temos adorado a Deus, da melhor maneira que poderíamos fazer? Será que reconhecemos que Ele não precisa das nossas canções para “ser” Deus?

Que através desta breve leitura do capítulo 53, do livro de Isaías, possamos compreender o amor imenso, o sacrifício realizado, a demonstração mais completa e infinita de amor gracioso e misericordioso, que recebemos na Cruz. Que através desta breve reflexão, possamos compreender que devemos viver em adoração dia a dia, não somente quando “subirmos” aos altares e púlpitos nos dias de domingo ou sábados. Que as canções cantadas, tocadas e apresentadas, sejam reflexo do nosso cotidiano, de uma vida de adoração, de uma vida não por máscaras de santidade, mas por real santidade, por uma vida que glorifica a Deus.

Que possamos viver para a glória de Deus, em todas as nossas situações, não buscando reconhecimento próprio (por meio de homens), que seja tudo por Ele, por meio dEle e para Ele.

Soli Deo Glória!

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