Teologia em poesia: Justificado.

Diante do meu pecado,
dirijo-me ao calvário;
todo o sangue derramado.
Sacrifício vicário.

Santa ira apaziguada.
Justiça, então, satisfeita.
Disse Ele: “está consumado”.
Propiciação perfeita.

Afastado de mim o cálice,
este mesmo que Cristo bebeu,
o pecado, do qual fora escravo,
imputado ao Filho de Deus.

A Deus agradou moê-lo;
toda dor e intenso amor,
que torna o iníquo justo,
quando ainda pecador.

Pois de Deus nasci inimigo.
Por Sua graça herdei salvação.
Adotou-me como filho,
através da reconciliação.

E a cédula que era contrária,
riscou, cravando-a na cruz,
que por causa do meu pecado,
padeceu o bom Jesus.

Mas a morte não o venceu…
Em glória, sim, ressurgiu!
Agora é justiça de Deus,
para mim, miserável e vil.

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