Ainda existe verdade? O problema do conceito de gênero e família

Após a revolução de Derrida, a pós-modernidade, modernidade tardia, pós-cristianismo (decidam os críticos), vive a maior crise hermenêutica da história. O que sobrou desse relativismo interpretativo, foi apenas fragmentos da verdade, do certo. O sentido saiu das mãos do autor e passou para as mentes dos observadores, interpretes, plateias, leitores. Cada um apresenta seu “ponto de vista”, sua verdade. Relativismo ético, político, literário, artístico, religioso é tudo o que resta.

Será que ainda existe mesmo o certo e o errado? A maioria das pessoas diz que sim. Por exemplo: se alguém rouba, nós dizemos que é errado; se alguém mata outro ser humano nós dizemos que é errado; se uma mãe atira sua criança num rio nós dizemos que é errado. A pergunta é: quem disse que é errado? Quem tem o poder de julgar se algo está certo ou não? Afinal, a cada um não é permitido pensar o que quer? Os cristãos vão dizer que a Bíblia diz que não devemos roubar, matar ou fazer os mais fracos sofrerem. Os cristãos têm UM PADRÃO que é a BÍBLIA e somente ela. Então, o cristão nunca pensa primeiro no erro diante da sociedade, mas no erro diante de Deus e da Bíblia. Assim como esses erros citados acima, a Bíblia e, portanto o próprio Deus, também considera a homossexualidade pecado. Não foram os cristãos que disseram que a homossexualidade é errado ou pecado, mas repetimos: está tudo na Bíblia.

O cristão não tem direito de criar normas ou regras e impô-las aos outros, mas tem o direto de repetir as palavras que são de Deus e, a história comprova que ninguém, nenhum governo de nenhum país ou cultura conseguiu calar os cristãos. A Bíblia diz que Deus criou homem e mulher, macho e fêmea os criou, segundo sua imagem e semelhança (Gn 1.26, 27) e se isso está escrito mesmo, os cristãos morrerão repetindo, não importa o que a lei dos homens, ou críticas sociais pseudo-psicológicas e pseudo-biológicas tentem expor. O cristão tem apenas UM PADRÃO. Quando Deus constituiu a família Ele mesmo casou um homem com uma mulher, ou seja, esta não é família que os homófobos cristãos criaram, mas a família que Deus criou. Mas não pára por aí. A Bíblia inteira adverte que a homossexualidade, de qualquer forma, é um grande pecado contra o Criador. As cidades de Sodoma e Gomorra foram destruídas exatamente por causa deste pecado (Gn 18.17-22; 19.4, 5). Um texto ainda mais duro contra a homossexualidade está em Levítico 20.13, onde diz: “Quando um homem se deitar com outro homem como se fosse mulher, fizeram algo nojento perante o Senhor”.

O próprio Jesus Cristo, o Salvador, reafirma as palavras ditas em Gênesis, quando diz que, “… desde o princípio Deus fez homem e mulher e, por isso, deixará o homem a casa de seu pai e se unirá a sua esposa e os dois serão uma só carne…” (Mc 10.8). Então não foram os cristão que, por ódio ao homossexual criaram essas coisas, todas elas já estavam escritas há muito tempo. Os cristãos simplesmente as repetem. A Bíblia diz mais, ela chama a prática homossexual de imunda e desonrosa ao corpo (Rm 1.24), corpo que Deus criou para ser usado sim, mas da maneira que Ele (Deus) planejou. Outra coisa que precisa ser dita é que quando a Bíblia fala sobre esse pecado, o tom é de lamento e não de ódio, porque Deus nos ensina a amor o próximo, mas não a concordar com o próximo. O erro vai ser sempre erro, a mentira nunca vai ser verdade, a homossexualidade nunca será aceita pelos cristãos verdadeiros, porque não há como se mudar a Bíblia. E os homossexuais têm de entender isso. Também não há como mudar o fato de que a discriminação também é pecado. A homofobia é crime, e o ódio aos homossexuais é errado tanto quanto. Deus os ama e quer que nós cristãos os amemos também, mas nunca concordar com suas práticas. Os que odeiam homossexuais não são cristãos.

Voltando a pergunta inicial: Será que existe mesmo o certo e o errado? Tenho medo que, dentro de alguns anos, ninguém seja mais preso por assassinato, por roubo, ou por abandono de incapazes, pois cada um vai poder pensar como quer, dizer o que quer e fazer o que quer e, não haverá nenhum padrão que diga o que é certo ou errado. Para algumas pessoas só quando a questão é morte ou traição, ou abandono de crianças, mas quando se toca no tema homossexualidade ninguém pode dizer absolutamente nada. Mas a Bíblia diz que é pecado também, tanto quanto os demais já citados. Doa em quem doer os cristãos vão morrer dizendo isso, repetindo isso, pregando isso, não importam as opiniões políticas, só a opinião de Deus importa. Não importa que esta prática seja socialmente aceita (o que também não é, pois mesmo famílias não-cristãs, nem protestantes, não concordam com isso), ou culturalmente aceita, os cristãos não estão preocupados em seguir as estruturas sociais que ferem a Palavra de Deus. Para o cristão, não é a aceitação social que conta, mas é a aceitação de Deus segundo o ÚNICO PADRÃO, a BÍBLIA. Oramos para que Deus tenha misericórdia de nós e que dê aos cristãos forças para não sucumbirem as normas e padrões sociais que são explicitamente contra Deus e a família que Ele planejou.

 

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