Teologia em poesia: O Carpinteiro da Criação.

Já parou pra pensar?
Quem criou o cosmos e o firmou lá?
Trouxe luz às trevas; tudo que há. 
Deu vida ao nada, para Suas obras anunciar.

Quem o conheceu?
Quem o sondou?
Quem riquezas o ofereceu?
Quem primeiro o amou?

O homem caiu.
O homem pecou.
O homem morreu.
O homem secou.

Imerso em desgraça se encontrou.
Imerso em pecado e dor.
Imerso em morte e prazer.
Imerso em ódio e rancor.

Um menino nasceu.
Em graça cresceu.
Seu sangue verteu.
Por mim, pecador.

Homem se fez.
Deus se desfez.
Na cruz padeceu.
Feridas de amor.

Defina-o, então…
Será que responde à razão?
O Deus onipotente abdicou de sua glória.
O Deus onipresente redimiu a criação.

Santo, ofendido pela maldade.
Abriu mão de sua majestade.
Ofereceu-se em sacrifício.
E sendo o Cristo, pagou pela iniquidade.

Carpinteiro, foi pregado num madeiro.

Por amar.
Para sangrar.
Para salvar.
Para sempre.

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